Elaboração

Originariamente, este queijo era elaborado durante os meses de Verão, mas à medida que foi aumentando a sua popularidade, a produção passou a ser realizada durante todo o ano.

O Tête de Moine AOC obteve a sua Denominação de Origem Controlada no ano de 2001. Esta variedade de queijo é mundialmente conhecida pelo seu original corte, as “rosetas”, parecidas aos cravos. Este característico corte é realizado com a girolle, um pequeno utensílio que incorpora uma folha que vai cortando o queijo à medida que vai sendo girada. Esta técnica de corte permite que uma maior quantidade de oxigénio entre em contacto com o queijo e que o seu sabor se intensifique.

A girolle é um invento recente, dos anos 80, já que anteriormente o Tête de Moine AOC se cortava com uma navalha suíça como se se estivesse a descascar uma maçã. Actualmente, o Gabinete de Denominação de Origem Controlada pôs à venda uma embalagem que inclui um utensílio de raspagem, o piroutte, que permite cortar o queijo desta forma tradicional e mais simples.